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Telefónica Hispam aposta em tecnologias abertas para endereçar transformações do 5G

Por: Roberta Prescott


As telecomunicações estão passando pela maior transformação de sua história, ressaltou Horacio Marcelo Arricobene, principal arquiteto de rede da Telefónica Hispam, ao começar sua apresentação no Telco Transformation Latam 2022. “Há uma mudança de paradigma na forma como fazemos as coisas; se trata de um novo começo. Não falamos apenas de tecnologias disruptivas, mas de novos serviços baseados em tecnologias e arquiteturas”, explicou.


A nova infraestrutura que habilita todas as mudanças está fincada em três pilares, segundo Arricobene: tecnologias abertas, inclusivas e sustentáveis. “Nos demos conta que as tecnologias fechadas não servem para a nova geração e por isso estamos abrindo as redes. Não queremos depender mais de uma tecnologia particular e de um fornecedor particular”, defendeu.


A estratégia, explicou Arricobene, é seguir aumentando o número de sítios com backhaul de fibra com capacidade suficiente para 5G, além de impulsionar a automatização dos processos RAN e avaliar as opções de RAN sharing para uma implantação mais eficiente. Ele disse ainda que a Telefónica está centrada em implementações estratégicas de 5G, com limpeza de banca para aumentar eficiência de 5G.


“Estamos trabalhando com 5G e edge computing para alcançar as características de milissegundos; e isso se faz estando perto dos clientes”, disse. “5G impulsionará novos casos de uso de IoT industrial e toda uma nova geração de redes”, completou, explicando que network slicing em 5G SA aporta a capacidade de criar subredes virtuais com recursos dedicados e diferentes configurações.


Ele defendeu que 5G por si só não é nada mais que uma evolução que tem seus benefícios, mas para a disrupção é preciso haver uma convergência tecnológica de acessos fixo e móvel.


A Telefónica está evoluindo as redes e sistemas para uma arquitetura aberta e virtualizada. “Estamos transformando nossas redes fechadas e estamos fazendo isso em todas as frentes”, apontou. Ele detalhou que a operadora está baseando seus princípios de arquitetura em telco cloud, habilitando a operadora na nuvem (cloudificação), adotando código aberto, usando interfaces padronizadas, desacoplando canais de back-endereço, tendo operações baseadas em dados e modelos, suporte de software de rede, carga convergente em linha, uso de DevOps e com segurança e transparência com o manejo das informações. “É um novo modelo de operar no qual a IA será chave”, destacou.


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